domingo, 2 de maio de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
um pequeno desabafo...
Já fiz cócegas na minha mãe para que ela pudesse parar de chorar, já tomei um porre de me esquecer de tudo do dia anterior. Já tive um dia que não desejei que acabasse, e uma noite que não imaginei ter fim.
Brinquei com fogo subestimando o seu perigo, e me afoguei acreditando que pudesse domar as águas sem mesmo saber nadar.
Tive paixões instantâneas, e que acreditei que no dia seguinte os teria como uma página virada, e até hoje deles me lembro, mas também tive amores que poderia jurar que durariam pela vida toda, e alguns anos depois vi nelas um ponto final.
Fiz amigos e com eles juras eternas, onde imaginei que o amor verdadeiro partisse daquela fonte e aquela minha fonte fosse “para sempre”, e com isso percebi que as amizades vêm e vão, porém tive amigos que apesar da distancia permaneceram ao meu lado.
Tive os meus pais como meus melhores amigos, e também os vi como seus piores inimigos entre si. Já os desejei ao meu lado para todo o sempre. E já fugi de casa pra sempre, voltando no estante seguinte.
Fui por muito tempo filha dos meus pais, e por algum tempo pai dos meus pais.
Tive em quase por algum momento o tempo em minhas mãos, mas na maioria das vezes o tempo determinado no relógio.
Por muito tempo tive medo de mudar o enredo da minha história acreditando não ser dona das minhas decisões por completo, e errei fazendo isso. Em algumas vezes deixei de seguir o protocolo das coisas da vida por acreditar no que eu queria, não gostei do que aconteceu, mas achei o resultado produtivo.
Tive medo do escuro, com medo de estar sozinha, mas por várias vezes estive sozinha sem estar no sombrio.
Estive satisfeita com o mínimo quando o meu natural pediria muito mais que tudo!
Mas ainda me questiono se tudo o que passei significa ter experiência, já que me questionam tanto o que ando fazendo da vida‼
Bye: Ana Claudia Camargo de Sant' Ana‼
Brinquei com fogo subestimando o seu perigo, e me afoguei acreditando que pudesse domar as águas sem mesmo saber nadar.
Tive paixões instantâneas, e que acreditei que no dia seguinte os teria como uma página virada, e até hoje deles me lembro, mas também tive amores que poderia jurar que durariam pela vida toda, e alguns anos depois vi nelas um ponto final.
Fiz amigos e com eles juras eternas, onde imaginei que o amor verdadeiro partisse daquela fonte e aquela minha fonte fosse “para sempre”, e com isso percebi que as amizades vêm e vão, porém tive amigos que apesar da distancia permaneceram ao meu lado.
Tive os meus pais como meus melhores amigos, e também os vi como seus piores inimigos entre si. Já os desejei ao meu lado para todo o sempre. E já fugi de casa pra sempre, voltando no estante seguinte.
Fui por muito tempo filha dos meus pais, e por algum tempo pai dos meus pais.
Tive em quase por algum momento o tempo em minhas mãos, mas na maioria das vezes o tempo determinado no relógio.
Por muito tempo tive medo de mudar o enredo da minha história acreditando não ser dona das minhas decisões por completo, e errei fazendo isso. Em algumas vezes deixei de seguir o protocolo das coisas da vida por acreditar no que eu queria, não gostei do que aconteceu, mas achei o resultado produtivo.
Tive medo do escuro, com medo de estar sozinha, mas por várias vezes estive sozinha sem estar no sombrio.
Estive satisfeita com o mínimo quando o meu natural pediria muito mais que tudo!
Mas ainda me questiono se tudo o que passei significa ter experiência, já que me questionam tanto o que ando fazendo da vida‼
Bye: Ana Claudia Camargo de Sant' Ana‼
Assinar:
Postagens (Atom)
